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sexta-feira, 30 de abril de 2010

Video mostra manifestações de 22 países no Dia Mundial de Conscientização sobre a Alienação Parental



No dia 25 de abril de 2010, pessoas de 22 países foram às ruas com um objetivo comum. Alertar a sociedade sobre a alienação parental, uma cruel forma de abuso contra crianças e adolescentes praticadas em um contexto de violência doméstica. Em alguns locais como Estados Unidos e Canadá, houve o lançamento da campanha global contra a alienação parental, Bubbles of Love (bolhas de amor) que tem por objetivo mostrar que lutar contra esse mal é sobretudo uma demonstração de amor aos filhos.

Por ser praticada dentro de casa, esse tipo de violência tem sendo vista com uma certa complacência pela sociedade e pelas autoridades. Por isso, em vários países como Brasil, Portugal e Espanha, os protestos cobraram também mudanças na lei para punir aqueles que usam os próprios filhos como instrumento de manipulação e vingança para atingir o pai ou a mãe.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Unijorge faz filme sobre alienação parental



Os alunos de jornalismo do Centro Universitário Jorge Amado (Unijorge)estão fazendo uma série de curtas sobre alienação parental. O primeiro a sair do 'forno' é o filme acima. A idéia é divulgá-los em escolas e universidades de Salvador a partir da semana que vem. A iniciativa faz parte da estratégia de divulgação do Dia Mundial de Conscientização sobre Alienação Parental.

sábado, 10 de abril de 2010

COMUNICADO IBERO-BRASILEIRO





A Associação Portuguesa para a Igualdade Parental e Direitos dos Filhos (Portugal) conjuntamente com as suas congéneres brasileiras, Apase – Associação de Pais e Mães Separados (Brasil) e Asociación de Padres de Familia Separados (Espanha) juntaram-se pela primeira vez para a realização de um comunicado internacional sobre o Dia Internacional de Consciencialização sobre a Alienação Parental – 25 de Abril de 2010. Esta iniciativa pioneira conta ainda com a parceria internaciol da Parental Alienation Awareness Organization e da Parental Alienation - Parent Association, ambas dos E.U.A..

Este dia tem como objectivo chamar à atenção dos diferentes agentes políticos e judiciais, bem como os cidadãos em geral, para o fenómeno da Alienção Parental.
O fenómeno foi pela primeira vez identificado pelo psiquiatra norte-americano Richard Gardner (1985), no qual se identificam comportamentos por parte de um pai / mãe em manipular o seu filho com a intenção de predispô-lo contra o outro progenitor e a sua família (como os avós), cada vez mais frequente depois de um divórcio ou separação e mesmo em famílias não separadas.

Assim identificam-se os seguintes comportamentos:
- Processo destrutivo da imagem de um dos progenitores;
- Afastamento forçado, físico, psicológico e emocional, das crianças em relação ao progenitor alienado, geralmente o progenitor não residente;
- Actos jurídicos e comportamentais com o objectivo de isolar as crianças do progenitor com quem não reside habitualmente;

E isto trás consigo consequências para as crianças, tais como:
- Relações interpessoais: dificuldade em estabelecer relações de confiança com outras pessoas e em relações de maior intimidade;
- Baixa tolerância à raiva e hostilidade: dificuldades em lidar com situações que despertem emoções fortes como a raiva (“ferver em pouca água”), em aceitar o “não”.
- Problemas no sono e na alimentação: dificuldades em adormecer, pesadelos, sono inquieto; pode também existir falta de apetite.
- Maior conflitualidade com figuras de autoridade: dificuldades em segui ordens e orientações de figuras de autoridade (professores, polícias, superiores hierárquicos, …)
- Maior vulnerabilidade e dependência psicológica: auto-estima e auto-confiança mais baixas.
- Sentimento de culpa: a criança é constantemente forçada a escolher um lado e tomar partido, crescendo com um sentimento de culpa e de impotência.
- Doenças psicossomáticas: dores de cabeça, dores de barriga e outras são muito comuns de surgirem, em particular nas situações de stress.
Em Novembro de 2009 foi apresentada a proposta para incluir o conceito de Distúrbio de Alienação Parental na 5ª edição Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (DSM-5), da Associação de Psiquiatria dos E.U.A. e prevista para Maio de 2013. A inclusão deste conceito neste importante manual irá contribuir para um melhor diagnóstico e intervenção dos diferentes profissionais (desde da área da saúde à da Justiça) com vista à prevenção deste fenómeno que trás consigo graves consequências sócio-emocionais aos filhos destes progenitores. Dado não ser objecto de diagnóstico diferencial, por exemplo nos processos litigiosos de regulação da responsabilidade parental, apesar da jurisprudência do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, esta iniciativa poderá trazer consigo uma mudança do comportamento dos diferentes agentes que lidam com este fenómeno, procurando evitar o conflito parental como estratégia de poder por parte de qualquer um dos progenitores.

Na maior parte dos países Ocidentais este fenómeno tem surgido de forma crescente, relacionado com as mudanças na conjugalidade e do papel simbólico que os filhos representam nessa mesma conjugalidade, para ambos os progenitores, pai e mãe, homem e mulher. As mudanças verificadas neste âmbito tem trazido consigo um novo paradigma na relação afectiva e sexual entre os seres humanos em que o Estado e a sociedade em geral não tem sido, na maior parte dos países, capaz de dar a resposta eficaz, em particular nas situações de divórcio e separação. As causas dessa incapacidade colectiva passa por várias instituições, desde o Poder Legislativo, os Tribunais, as organizações de apoio social e em última instância, toda a comunidade que não assume este problema como um das mais pesadas heranças que se possam deixar à próxima geração.

A agravar a este problema nacional tem-se verificado de forma crescente a incapacidade gritante dos Estados em resolver problemas referentes aos conflitos parentais de casamentos e uniões de cidadãos de diferentes nacionalidades. Cada vez mais filhos de casamentos são levados de forma ilegal do país onde nasceram devido ao fim da relação de conjugalidade dos seus pais. Os tribunais de cada país têm sido incapazes de cooperar entre si e os Governos, com raras excepções, têm-se demitido das suas responsabilidades em garantir o interesse destas crianças. A exemplo disso temos o Caso Sean entre o Brasil e os E.U.A. ou do Caso Manuel Lopes entre Portugal e França.

PORTUGAL
(pela APpIPDF)
A mudança legislativa, a formação dos juízes, os meios afectos aos tribunais e à Segurança Social, a obrigatoriedade da mediação familiar, entre outras medidas, são propostas de aplicação urgente para Portugal e outros países.

A Associação Portuguesa para a Igualdade Parental e Direitos dos Filhos defende, nesta matéria, uma mudança legislativa urgente no sentido de se prevenir estes comportamentos gravemente lesivos das crianças, penalizando de forma clara,
objectiva e célere o comportamento dos progenitores alienantes, inclusive que mudança de guarda para o progenitor que efectivamente garante a livre convivência com ambos os progenitores, tal como já está explicitado na actual legislação.
Defendemos igualmente a alteração legislativa no sentido de se definir o que é verdadeiramente o Superior Interesse da Criança, orientada para a Parentalidade Positiva, permitindo aos tribunais uma aplicação menos subjectiva deste conceito.

INICIATIVAS PREVISTAS EM PORTUGAL:
Cinema Charlot (Setúbal), 11h
Exibição do documentário brasileiro “A Morte Inventada”
Morada: Rua Dr. António Manuel Gamito, nº11, 2900-056 Setúbal
Fábrica do Braço de Prata (Lisboa)
Sala Visconti, 16h

Exibição do documentário brasileiro “A Morte Inventada”, seguido de debate às 17h45 com a presença do Dr. Luís M. R. Silva, Advogado e Vogal do Conselho Distrital de Lisboa da Ordem dos Advogados
Morada: Rua Fábrica do Material de Guerra, nº1
Casa da Animação (Porto), 15h

Exibição do documentário brasileiro “A Morte Inventada”, seguido de debate às 16h45
Morada: Rua Júlio Dinis, Edifício Les Palaces, 208-210, 4050-318 Porto
Distribuição de brochuras sobre a Alienação Parental em Coimbra (Estádio Universitário de Coimbra, 10h, na 3ª Corrida Pontes de AMIzade)


ESPANHA
(pela APFS)

Exijimos un cambio legislativo en el que se introduzca la mediación obligatoria, la guardia y custodia compartida como sistema general a aplicar en los divorcios y el reconocimiento del SAP como enfermedad psicológica y como delito penal en el Codigo Penal español y en las leyes, también, de otros países.

Tradução: Exigimos uma mudança na legislação que introduza a mediação obrigatória, custódia e guarda conjunta como um sistema geral a aplicar em caso de divórcio e reconhecimento das doenças psicológicas e SAP como uma ofensa criminal no âmbito do Código Penal espanhol e as leis também de outros países.

INICIATIVAS PREVISTAS EM ESPANHA:
Manifestação contra a Alienação Parental em Madrid, Palma de Mallorca, e nas Asturias
Conferências de imprensa em várias cidades de Espanha

BRASIL

O Brasil vive um momento muito rico em discussão e aprimoramento das leis que reconhecem a igualdade parental. Atualmente, em fase final de tramitação está o Projeto de Lei 4053/08, apresentado pelo deputado federal Regis Oliveira em 2008, que define atos de alienação parental como aqueles que dificultam, impedem a convivência ou denigrem a imagem de pais ou mães perante seus filhos. Além de criar instrumentos para que os atos de alienação sejam repelidos de forma a livrar crianças e adolescentes desse tipo de abuso.

No Brasil, o conhecimento acerca da alienação parental para designar a hostilidade criada para afastar os filhos de um dos seus pais, conforme sintetizado por Richard Gardner e outros autores, chegou no início dos anos 90, ainda restrito a poucos pesquisadores. Em parte, porque o divórcio só passou a ser permitido no Brasil a partir de 1977. Entretanto, como nos demais países, pesou bastante a concepção cultural de que homens e mulheres não tinham a mesma importância na criação dos filhos. A partir daí, consolida-se nas leis e entendimentos dos tribunais brasileiros um modelo de definir

responsabilidade dos filhos que causou enormes distorções prejudicando homens e mulheres: a guarda unilateral. Quem detém a guarda, tem poder total sobre os filhos.
Em 2002, um pequeno avanço no Direito de Família foi conseguido com o novo Código Civil que igualou homens e mulheres como sendo igualmente importantes para os filhos e detentores do Poder Familiar. Mas foi a atuação de entidades civis, que reuniram mães e pais inconformados com a ausência de convivência com os filhos e que, ao não ter a guarda física, desejavam compartilhar mais responsabilidades pela criação dos filhos. Nos tribunais, alguns autores começam a falar de alienação parental de forma tímida, com destaque para os entendimentos do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul.

Foi a luta pela Guarda Compartilhada que começou a sacudir a sociedade brasileira sobre a importância de se preservar o direito dos filhos em conviver com toda a sua família. Antes mesmo de entrar em vigor, em agosto de 2008, a Lei da Guarda Compartilhada, entidades como Associação de Pais e Mães Separados (APASE), Pai Legal, Pais Para Sempre, Participais, Pais por Justiça e Amasep levaram a discussão para a sociedade. É que os atos de alienação – falsas denúncias e uma série de outros mecanismos para impedir a convivência saudável de pais e filhos por um dos genitores – sempre estiveram presentes na sociedade, mas eram tidos como normais. Ainda mais se a guarda estivesse com a mãe, considerada a “cuidadora natural” dos filhos.
A percepção de que a Guarda Compartilhada, com pai e mãe responsáveis pelo filho em igualdade de condições, é a mais adequada para um desenvolvimento saudável do filho trouxe à tona com mais força os abusos que vinham sendo cometidos por alguns genitores que detém a guarda unilateral. Infelizmente, o Brasil como outros países, o Judiciário ainda é lento demais em perceber e impedir esse tipo de abuso em crianças e adolescentes.

Some-se a isso o despreparo de advogados, psicólogos e assistentes sociais em detectar e auxiliar as vítimas de alienação parental. Numa outra ponta, o simples reconhecimento da existência desse tipo de abuso arrepia alguns profissionais que lucram justamente com existência dele. Muito embora os conselhos de classe já estejam atentos para a formulação de laudos falsos e parciais que corroboram falsas denúncias e advogados sendo investigados pela Justiça, são inúmeros os casos de pais e mães injustamente afastados de seus próprios filhos. Não raro, exibições do filme A Morte Inventada é seguido de debates onde pessoas da platéia se dão conta, naquele momento, que foram vítimas da alienação.


INICIATIVAS PREVISTAS NO BRASIL:
Manifestação em São Paulo: Parque do Ibirapuera
Manifestação no Rio de Janeiro: Praia de Copacabana, Posto 2, 10h
Manifestação em Bragança Paulista: Praça Raul Leme no espaço denominado Pergolado
Caminhada no Rio Grande do Sul - Porto Alegre, 10h e acções de distribuição material sobre a Alienação Parental (Parque Farroupilha e Brique da Redenção)
Exibição do documentário “A Morte Inventada” no dia 17 de Abril, às 18h em Porto Alegre (Avenida João Pessoa, n°80 – Centro)


Informações Adicionais
A Morte Inventada (trailler documentário sobre o Sídrome de Alienação Parental no Brasil)
“Geldof on Fathers” no Channel 4
Para qualquer declaração contactar:
PORTUGAL:
Luís Gameiro: +351 910429050
Ricardo Simões: +351 919460214
Rogério Lopes : +351 918823023
Alistair Grant: +351 919121435
BRASIL:

Karla Mendes (Assessora de Imprensa)
Contato: +55 21 99693733
e-mail karmendes@gmail.com

ESPANHA:
Juan Jubio
Presidente da A.P.F.S
e-mail: presidente@apfs.es Telemóvel: +34607657244


VERSÃO ESPANHOLA
SPANISH VERSION
La Asociación Portuguesa para la Igualdad de Derechos de los padres y niños (Portugal), junto con sus homólogos de Brasil, APAS - Asociación de Padres y Madres Separados (Brasil) y la Asociación de Padres de Familia Separados (España) se unió por primera vez para la ejecución de una declaración sobre el Día Internacional para la Conciencia de alienación parental - 25 de Abril de 2010. Esta iniciativa pionera también incluirá la colaboración de la Alienación Parental Awareness Organización de los Estados Unidos.

Esta jornada tiene como objetivo llamar la atención sobre los distintos funcionarios políticos y judiciales y los ciudadanos en general al fenómeno de la alienación parental. Este fenómeno fue identificado por el psiquiatra estadounidense Richard Gardner (1985), que identifica el comportamiento de uno de los padres a manejar a su hijo con la intención de predisponer a él contra el outro progenitor y su familia ( como los abuelos), más frecuentes después de un divorcio o separación, e incluso en las familias no separadas. Así se identifican los siguientes comportamientos:
- Desarrollo de la imagen destructiva de los padres;
- Separación forzada, física, psicológica y emocional de los niños en relación con el otro progenitor, generalmente el progenitor no residente;
- Los actos jurídicos y el comportamiento con el fin de aislar a los hijos de los padres con quien reside habitualmente;
Y esto trae consigo consecuencias para los niños, tales como:


- Las relaciones interpersonales: la dificultad de establecer relaciones de confianza con los demás y en las relaciones de intimidad;
- Baja tolerancia a la ira y la hostilidad: las dificultades para hacer frente a situaciones que provocan emociones fuertes como la ira ( "hervir en poca agua"), a aceptar el "no".
- Problemas en el sueño y la alimentación: la dificultad para dormir, pesadillas, sueño inquieto, puede ser también una falta de apetito. - Mejora de los conflictos con las figuras de autoridad: la dificultad en seguir las órdenes y la orientación de las figuras de autoridad (maestros, policías, supervisores, ...)
- Aumento de la vulnerabilidad y la dependencia psicológica: la autoestima y la confianza en sí mismo más bajos.
- Sentimientos de culpa: el niño está constantemente obligado a elegir un bando y tomar partido, con un creciente sentimiento de culpa y la impotencia
- Trastornos psicosomáticos: dolores de cabeza, dolores de estómago y algunos son muy comunes a surgir, especialmente en situaciones de estrés. En noviembre de 2009 se propuso la inclusión del concepto de trastorno de Alienación Parental en la 5 ª edición del Manual Diagnóstico y Estadístico de los Trastornos Mentales (DSM-5), Psychiatric Association, y los EE.UU. prevista para mayo de 2013. La inclusión de este concepto importante en este manual contribuirá a un mejor diagnóstico y la intervención de diferentes profesionales (de atención de salud a la Corte) para la prevención de este fenómeno que trae consigo graves consecuencias sociales y emocionales a los hijos de estos padres. Puesto que no está sujeta a un diagnóstico diferencial, por ejemplo, en la controvertida cuestión de la responsabilidad parental, a pesar del Tribunal Europeo de Derechos Humanos, esta iniciativa supondrá un cambio de comportamiento de los diferentes actores frente a este fenómeno, tratando de evitar de conflictos dentro del matrimonio como una estrategia de poder por parte de cualquiera de los padres.

En la mayoría de los países occidentales este fenómeno ha aparecido a cada vez más relacionadas a los cambios en el matrimonio y el papel simbólico que los niños representan en la relación conyugal, tanto para los padres, el padre y la madre, hombres y mujeres. Los cambios en esta área ha traído consigo un nuevo paradigma en la relación sexual y emocional entre los seres humanos en el estado y la sociedad en general ha sido en la mayoría de los países, en condiciones de dar efectivas, particularmente en situaciones de divorcio y separación. Las razones de este fracaso colectivo pasa por diferentes instituciones, de las legislaturas, los tribunales, las organizaciones de apoyo social y, en definitiva a toda la comunidad que no tiene este problema como una de las más pesadas herencias que puede dejar a próxima generación. Para agravar este problema nacional se ha visto cada vez más evidente fracaso de los Estados para resolver los problemas relacionados con los matrimonios conflicto entre los padres y los matrimonios de personas de diferentes nacionalidades. Cada vez más niños de los matrimonios son trasladados de forma ilegal del país de nacimiento, debido a la finalización de la relación conyugal de sus padres. Los tribunales de cada país han sido incapaces de cooperar y de los gobiernos, con raras excepciones, han sido relevados de sus responsabilidades para garantizar los intereses de los niños. En el ejemplo tenemos el caso de Sean entre Brasil y los EE.UU. o si Manuel Lopes, de Portugal y Francia.

domingo, 11 de outubro de 2009

MANIFESTAÇÃO DIA DAS CRIANÇAS - RJ


Manifestação No Dia das Crianças
Dia 12 de Outubro – A partir das 08 horas
Aterro do Flamengo – Em frente à Rua Paissandu
Exposição de bonecos vestidos de preto e vendados representando
crianças vitimadas pela Alienação Parental.

Distribuição de panfletos
Camisas à venda na hora: R$ 15,00

Divulgue! Participe!

domingo, 10 de agosto de 2008

Manifestação Dia dos Pais no Rio Grande do Sul

Nosso mais novo representante do Movimento Pais por Justiça / Rio Grande do Sul realizou a primeira panfletagem em Porto Alegre!

"A aceitação foi boa e o que gostei de ver, foi casais; casados; se interessando pelos objetivos do movimento.Sobrou alguns panfletos e espero distribuí-los amanhã a tarde no Parque da Redenção. Como é dia dos Pais e minha filha estará comigo, só irei se não estiver frio ou chovendo"

Parabéns Manfredo / RS !!!!

Manifestação do Dia dos Pais em Batatais - SP



Thiago, membro do movimento Pais Por Justiça, foi capa do principal jornal de Batatais, O Jornal. Ela fala do PPJ, das dificuldades que passa para estar junto ao filho e do papel do homem que não quer ser um mero provedor e luta para exercer a plenamente a parternidade!



Parabéns Thiago !!!

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

DIA DOS PAIS - 2008

Meu herói, meu bandido

Ele parece um gigante. Ou será apenas uma impressão, já que somos tão minúsculos diante dele? Não, não é impressão, ele é sim um gigante! É forte, mesmo quando magro. É sério, mesmo quando brinca. E sabe muito. Tem todas as respostas. Conhece todos os truques. Sabe onde a gente deve sentar no estádio para evitar o tumulto de torcedores. Sabe que rua a gente deve pegar para evitar congestionamento. Sabe como consertar o computador. Sabe exatamente quando vai chover. Nunca tem dor de dente. Nunca tem febre. Nunca mentiu. Nunca deixou faltar nada em casa.

Por quanto tempo dura esse delírio? A infância toda. Nossas primeiras e mais fortes emoções foram provocadas por ele. A primeira sensação de respeito foi por ele. O primeiro medo foi dele também. Não podemos decepcioná-lo. Ele faz tudo certo. Não permite que façamos de outro jeito. Mesmo que não sejamos mais do que meras crianças, ele exige de nós o melhor que temos a dar. Ele não se contenta com pouco. Ele é o parâmetro. Ele é o cara. Nosso orgulho, nossa segurança. Nosso.

E então o tempo passa e começamos a aprender que não somos sua imagem e semelhança, já que, ao contrário dele, nós erramos à beça. Nós pedimos cola para conseguir passar de ano. Nós fumamos escondido. Nós pegamos o carro antes de ter carteira. Nós brigamos com nosso irmão. Nós desejamos a namorada do próximo. Nós ultrapassamos o limite de velocidade. Nós somos adolescentes. E um dia surge a desconfiança: será que ele também erra? Essa não. De herói a bandido. Ele, que não quer mais abrir a carteira pra nós. Ele, que todo dia dá sermão. Ele, que faz a mãe chorar. Ele, que implica com todos os nossos amigos. Ele, que reclama do nosso cabelo. Ele, que foi demitido. Ele, que andou bebendo demais. Ele, que teve que ir ao médico. Ele, que não é diferente de ninguém.

Duríssima travessia esta, a que chamamos de “cair na real”. A gente cresce e o gigante se apequena, e passamos todos a ter o mesmo tamanho. Difícil pra ele, mais difícil pra nós.

Como não nos sentirmos traídos? Como ele permitiu que nossas ilusões fossem ralo abaixo? Até que vem a maturidade e, com ela, os papéis se definem, as proporções ganham sentido e clareza. Ninguém é herói, ninguém é bandido. Ele é um homem. Se as mães são tratadas como rainhas do lar para sempre, ele, ao contrário, ganha em humanidade.
Ele se adapta ao nosso olhar, se ajusta. Passa a ser um de nós. O cara que viaja e volta. O cara que some e reaparece. O cara que mente e diz a verdade. O cara que tem certeza e tem dúvida. Ele, que desempenhou muito bem o papel que lhe cabia, que foi gigante quando era preciso. E, quando preciso, revelou que não sabia tudo, e que segue até hoje seu caminho ao nosso lado, sendo ora Golias, ora um humilde pastor.

Nosso pai.

(por Martha Medeiros – crônica publicada no jornal ‘O Globo’, agosto/2007)

segunda-feira, 7 de abril de 2008

MANIFESTAÇÃO EM SÃO PAULO - 11/05


No próximo dia 11 de maio, DIA DAS MÃES, será realizada a primeira manifestação do PAIS POR JUSTIÇA em São Paulo. Acontecerá no Parque do Ibirapuera, a partir das 8 horas da manhã, próximo ao ponto de locação de bicicletas e da lanchonete.
A conta-corrente para os que desejam colaborar com a manifestação é a seguinte:

BANCO ITAÚ (341)
AGENCIA: 0445 - IGUATEMI
C/C: 72082-4
TITULAR: JANAINA AMARO DA SILVEIRA

Todos os depósitos deverão ser feitos preferencialmente na boca do caixa e em seguida enviar o comprovante com seu nome para: (11) 3168-4204 ou por e-mail: janaina79@hotmail.com por scaner.

CONTATOS EM SANTOS: 9771-8012 (Nildo Fernandes)

VAMOS COLABORAR E NOS FAZER PRESENTES!
A LUTA É POR NOSSOS FILHOS!


quarta-feira, 5 de março de 2008

Manifestação na PÁSCOA.


Acontecerá no próximo dia 23 de março, domingo de Páscoa. Mais uma vez colocaremos nosso bonecos numa praia do Rio: PRAIA DE COPACABANA, POSTO 3, A PARTIR DA 04:30 DA MADRUGADA DE DOMINGO.

Contamos com a participação de todos para mais uma vez demonstrarmos nossa indignação e disposição de luta contra as tentativas de aniquilação de nossa paternidade. Convoquem amigos, namoradas, esposas, familiares.


Ah, as mães alienadoras que acompanham o nosso movimento (fuçando nossos orkuts) e seus advogados (as) também estão convidados.

Faça também uma manifestação na sua cidade. Leve parentes e amigos para uma praça, estique faixas, colocque 6, 10, 15 bonecos... o importante é a manifestação, sempre pacífica e ordeira.

Comprem a camisa do movimento (R$ 20,00) e colaborem pra essa luta que é de todos nós!

Dúvidas sobre as manifestações, entrem em contato:
Rio de Janeiro: (21) 9549-3746 - Falco

VEJAM TÓPIC NO NOSSO ORKUT!

sábado, 20 de outubro de 2007

Reportagem :: Revista Isto É

Reportagem na Revista Isto É sobre Guarda Compartilhada, trazendo como pano de fundo o manifesto realizado pelo Pais por Justiça na Praia de Botafogo no último dia 12 de outubro.

Em defesa da guarda compartilhada
Pais separados brigam por lei que estabelece poder igual na criação dos filhos. Hoje, 90% das guardas estão com as mães (por Rodrigo Cardoso)

veja mais ....

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Pais por Justiça no Dia das Crianças


O Movimento Pais por Justiça realizou no último dia 12 o seu 3o movimento na Praia de Botafogo. O Dia das Crianças foi marcado por mais um protesto de pais que estão ausente do convívio digno de seus filhos. Este movimento no RJ, logo após o de Brasília, foi para fechar o primeiro ciclo de protesto. Confira abaixo o resultado do movimento nos principais canais de comunicação:



quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Pais Por Justiça vai até o Senado !!!!



O Movimento Pais Por Justiça se une a outros movimentos nacionais pela aprovação do Projeto de Lei da GUARDA COMPARTILHADA que está desde abril de 2007 aguardando para ir para votação no plenário do Senado.

A Guarda Compartilhada será um instrumento muito valioso como uma maneira de minimizar a manipulação do genitor detentor da guarda na tentativa de afastar o outro genitor do convívo do seu filho (SAP - Sindrome de Alienação Parental).

Esperamos uma sensibilização dos Senadores para que o PL entre em pauta para votação. Necessitamos de 26 assinaturas para que o PL entre em pauta para votação.

Aguardem novas notícias !!!!!!

GUARDA COMPARTILHADA JÁ !!!

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

PAIS POR JUSTIÇA NO SENADO


O Movimento Pais por Justiça está indo para Brasília para se juntar a outros Movimentos de Pais (Pais para Sempre, Participais, APASE etc...) . A união de todos esses movimentos é para pedir no Senado a aprovação do Projeto de Lei da Guarda Compartilhada.
A nota ao lado saiu no Jornal O Dia de hoje na coluna do Ricardo Boechat.

sábado, 18 de agosto de 2007

ESCLARECIMENTOS

Amigos

Devido aos vários desencontros nas informações expressas na mídia a respeito do nosso movimento, nos vemos diante da necessidade de tecer alguns esclarecimentos.

1) Não somos uma ONG.

2) O nome PAIS POR JUSTIÇA foi inspirado no nome do movimento inglês Father4justice, porém, não temos nenhuma ligação com o grupo nem nos identificamos de forma alguma com suas ações radicais, as quais desaprovamos.

3) O movimento se iniciou quando pais se encontraram na INTERNET e perceberam que tinham uma coisa em comum: estavam IMPEDIDOS DE CONVIVER com os filhos porque a mãe destas crianças, com atitudes desleais e insanas (como a SAP e as FALSAS DENÚNCIAS DE ABUSO SEXUAL), tirava-lhes este direito.

4) Obviamente, defendemos que a GUARDA COMPARTILHADA é a ideal para a criação de nossos filhos, porém, esta não é a nossa principal bandeira. Lutamos primordialmente contra as medidas nefastas que nos afastam dos nossos filhos.

5) O movimento nasceu da união de homens inconformados com esta situação: de ver a sua paternidade sendo aniquilada; porém desde o início estivemos abertos à presença de mulheres que passam pela situação inversa e às mulheres de homens que têm que lutar ao lado do atual parceiro contra o ódio cego e insano das ex-mulheres deste.

6) Nossos objetivos não têm a intenção de criar conflitos com o Judiciário ou com qualquer outro seguimento da sociedade. Queremos, pacificamente, abrir discussões e apresentar propostas, fazendo vir à tona esse lodo que é a SAP e as falsas denúncias de abuso.

7) Já aglutinamos à nossa causa valiosos operadores do direito, psicólogas especialistas nestes assuntos, políticos defensores dos direitos humanos, movimentos que lutam por justiça e igualdade de direitos e homens e mulheres dos mais variados setores da sociedade interessados em contribuir para frear o aniquilamento da paternidade e a criação de órfãos de pais vivos.

8) Não somos um movimento anti-mulher ou anti-mãe. Pelo contrário, temos muitas lutando ao nosso lado (basta ver a comunidade no orkut). Lutamos contra o genitor que comete a MANIPULAÇÃO PSICOLÓGICA E AS FALSAS DENÚNCIAS, QUE, na maioria esmagadora, são mães... NÃO TODAS, OBVIAMENTE! Mas algumas que pontuam sua vida num rancor vingativo que prejudica o próprio filho.

9) Pra encerrar, já ouvimos coisas do tipo: “E os pais que abandonam os filhos?” ou “E os pais que não pagam pensão?”. Bem, lamentamos que eles existam e que sejam muitos, o que não é justo é nos comparar ou nos criticar por atitudes destes genitores. Nossos filhos são felizardos... POSSUEM PAIS DE VERDADE... PAIS QUE QUEREM CRIÁ-LOS E EDUCÁ-LOS E, ACIMA DE TUDO DAR-LHES AMOR.

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

TV Globo

TV Record

Aconteceu !!!! "Pais por Justiça" no Dia dos Pais



Não estivemos com nossos filhos no Dia dos Pais, mas estivemos juntos de dezenas de outras pessoas que estiveram em copacabana para apoiar nossa causa. Casais, mães separadas e tantas outras pessoas em condições diferentes das nossas, compartilharam neste dia da nossa luta.

Destacamos também a quantidade imensa de pais que compareceram e relataram seus casos quanto a questão de estarem sofrendo Falsas Acusações de Abuso e Maus Tratos em seus próprios filhos. Este é um tema que já vem sendo discutido a bastante tempo mas que só agora vem tomando proporções alarmente.