segunda-feira, 24 de setembro de 2007

PAI RETORNA A VER OS FILHOS APÓS 2 ANOS

"Após 2 anos afastado dos filhos por influência da genitora, o pai tem seu direito de visitas preservado pela Justiça de São Paulo".

Após 2 anos afastado do convívio dos filhos por influência da genitora, resistindo as visitas do pai, e há mais de 1 ano aguardando pela 1 ª Audiência realizada no dia 13 de Setembro de 2007, o pai teve seu direito de visitas preservado e sua imagem reparada pela Justiça . Os filhos passam atualmente pela "Síndrome da alienação parental", ou seja: "A manipulação do genitor guardião para afastar os filhos do genitor não guardião. Uma tirania inconcebível e inaceitável com inocentes crianças".

Após a oitiva das testemunhas, e depoimentos que vieram comprovar que o pai sempre foi, e é presente na vida dos filhos, e que existia entre eles uma relação afetiva e harmoniosa até meados de 2006, destacou-se os depoimentos dos Coordenadores Pedagógicos da escola onde os filhos estudam desde 1999, e que confirmaram a verdadeira importância do pai na educação dos filhos, participando ativamente junto à escola, mesmo após a separação do casal.

Foi de extrema importância também, para melhor esclarecer o caso em tela, o depoimento de uma representante do "Conselho Tutelar", levando aos autos informações que derrubaram as alegações mentirosas da genitora, com o intuito de esconder os verdadeiros motivos que levaram os filhos a resitirem às visitas do pai. Com isso, a imagem e a reputação do pai foram restabelecidas, antes manchadas por difamações e mentiras perpetradas pela mãe.

Caiu também por terra o negligente e superficial relatório psicosocial elaborado por assistentes sociais e psicólogas do Setor Social do Forum. Que relataram fatos ditos pelos menores e pela genitora, que na verdade não passavam de mentiras forjadas e manipuladas .

Após constatado que, nenhum motivo justo existia para impedir a aproximação do pai para com seus filhos, ficou decidido e acordado entre as partes, que pelo retrato atual de absoluta inviabilidade, pelas vias normais, não é possível o exercício da visita, devido à resistência dos filhos constrangidos e traumatizados pela manipulação da genitora, recomendando-se a colaboração do visitatório oficial da Comarca.

Após o período, e se ainda necessário, não se restabelecendo a normalidade das visitas, a oitiva dos filhos em Juízo e em seguida a realização de novo estudo psicológico e social, pelos fatos novos experimentados em audiência dito em relatório pelo "CONSELHO TUTELAR".

Pelo MM. Juiz foi deliberado: "A razão as partes e o caso recomenda os passos por ela definido. Por todo narrado, atribuir resistência ao contato paterno aos filhos, fundamental a oitiva deles em Juízo e na ausência dos genitores. Mas tal deverá aguardar sugestão valiosa na tentativa de reaproximação do pai com os filhos. Assim, por ora, suspenso o feito a fim de que se promova a visita assistida do Pai aos filhos no visitatório oficial CEVAT- Centro de Visitação Assistida, para data de início. Relatórios deverão vir do centro de visitas, e tentada a aproximação por ao menos quatro meses, semanalmente ou quinzenalmente de acordo com a disponibilidade do CEVAT. Depois da experiência, e não alcançando a solução consensual as partes, os menores deverão ser ouvidos em Juízo, em audiência a ser designada, para depois a realização de novo estudo social e psicológico. Saem os presentes cientes e intimados desta deliberação". Declaração do pai: " Eu nunca desistirei dos meus filhos, ".Deus conhece minha vida do início, nunca fui atormentado pela minha consciência, com relação a dedicação a meus filhos.

Acreditei na Justiça, lutei pelos meus direitos, e principalmente! observando o bem estar deles, jamais deixei que eles se sentissem abandonados". O 1º passo foi dado, resgatei a minha dignidade de pai, o próximo passo agora será, a reaproximação e a reconquista do amor de meus filhos.

Agradeço primeiramente a "Deus", e a todos que de alguma forma colaboraram para que meus filhos não fossem ainda mais prejudicados pela minha ausência, até então, órfãos de pai vivo. Foi dado a eles a oportunidade, de terem uma convivência familar afetiva e salutar, sendo criados e educados também pelo pai, contribuição valiosa e indispensável para uma boa formação do caráter e da personalidade dos filhos.

A Justiça, desta vez não foi ludibriada!, por "genitoras guardiãs ditadoras", que agem insanamente, usando os filhos como escudos para atingirem os ex-maridos, como se eles fossem objetos de conquista.

ARP - 43 anos- SP

5 comentários:

Anônimo disse...

Uma história triste. Mas com um desfecho feliz. É muito bom saber que as mentiras não prosperam e podem ser desmascaradas junto com essas mulheres malucas.

Anônimo disse...

Mulheres indignas de serem mães e que sofrem dos nervos, deveriam até perder a guarda dos filhos, para sentirem na própria pele o sofrimento de um pai afastado injustamente dos filhos e que tem os mesmos direitos da genitora de convivência familiar.
Acredito que decisões da Justiça, como esta, deveriam acontecer mais e mais vezes, quem sabe uma esperança para o futuro próximo, pois atualmente as "mulheres ditadoras e manipuladoras de filhos" continuam enganando facilmente a justiça, afastando filhos de pais...

Laura disse...

Não poderia ser diferente o resultado desta ação, fico feliz qdo vejo q ainda se pode confiar na justiça.A maioria dos pais q estao separados não pensam no bem estar dos filhos, pensam somente em atingir o pai ou a mãe e acabam atingindi diretamente os filhos.

Flavio - Porto Alegre disse...

Felizmente este pai está muito próximo de rever seu filho. A máscara da genitora caiu...eu, que me encontro nessa mesma situação, não tenho acesso a meu filho há vários meses. A justiça dos homens é lenta e falha...Flávio.

Anônimo disse...

Tambem passo por isso , mas sei que um dia a mascara vai cair e as mentiras ditas vaõ vir por terra.
Espero que em muito breve posso falar q conseguimos desmascar essa ditadora,que acha q agindo assim vai ter o amor do pai de volta
Essas maes usam os filhos para ficar proximo do pai