quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Caso David Goldman

Assista no Youtube

Em 16 de Junho de 2004, David Goldman se despediu de seu filho Sean, no Aeroporto de Newark. Ele não sabia que naquele momento sua esposa Bruna estava sequestrando Sean e o levando ao Brasil, sem intenção de retornar. Nos Estados Unidos, isso é denominado SEQUESTRO. No Brasil, isso foi chamado de "desejo maternal." Por quatro anos David tem lutado incessantemente contra o Sistema Judiciário brasileiro para ganhar a custódia de Sean e trazê-lo de volta para casa, em Tinton Falls, Nova Jersey.

David está lutando a batalha de sua vida e tem batido de frente contra uma família poderosa e influente no Brasil, que tem feito tudo para evitar que ele e Sean vivam juntos novamente. David já tentou todas as opções legais disponíveis para ele tanto no Brasil, quanto nos Estados Unidos, a um alto custo emocional e financeiro. Após a inesperada e trágica morte de Bruna em 22 de Agosto, todos esperavam que David iria finalmente ver Sean e trazê-lo para casa. Infelizmente, ele está novamente no meio de uma batalha pela custódia de Sean, desta vez com o novo esposo de Bruna, JPD.

Estes últimos quatro anos tem sido longos e dolorosos para David Goldman. David foi e é, em todos os aspectos, um pai carinhoso e zeloso que não merece este tratamento. É cruel e injusto, uma verdadeira afronta a um ser humano. Basta: precisamos da sua ajuda para garantir que o governo brasileiro aja corretamente e devolva Sean de volta para casa e para seu pai. BringSeanHome.org foi fundado pelos amigos de David; toda ajuda e esforço será unicamente focada no objetivo de trazer Sean para casa.

David foi entrevistado por Meredith Vieira no Today Show, no canal NBC, quarta-feira dia 24 de Setembro. A texto da entrevista está "Dad battles for son taken to Brazil four years ago" no site do Today Show.

bringseanhome@yahoo.com

terça-feira, 14 de outubro de 2008

A MORTE INVENTADA

É com grande satisfação que o Movimento Pais Por Justiça vem anunciar a prévia do lançamento do documentário sobre Alienação Parental " A MORTE INVENTADA" que está sendo produzido pela Caraminhola Produções.

A iniciativa deste projeto foi de um pai que afastado de sua filha a mais de um ano, devido a uma falsa denúncia de tortura psicológica, se viu imobilizado diante da justiça e procurou de alguma forma retratar e divulgar os danos causados pela Alienação Parental.

O documentário ainda está sendo produzido e acredita-se que no início de 2009 a sociedade poderá contar com mais um material de alerta, informativo e esclarecimento sobre o crime silencioso que estão causando aos nossos filhos.






sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Conivência de psicólogos e Advogados nas Falsas Acusações

A esmagadora maioria dos casos de falsas denúncias de abuso sexual envolvendo ex-genitor e seu filho tem um aspecto preocupante: a orientação e a conivência de advogados e psicólogos contratados pela parte acusadora. Na guerra vale-tudo que virou as questões de ex-casais envolvendo a convivência e/ou a guarda dos filhos, pseudo-profissionais, os quais a (de)formação do caráter e a falta de escrúpulos suplantam valores éticos e morais visando “ganhar” a causa a qualquer custo, não se importam se a vida de um homem inocente será destruída com a calúnia abalizada por relatórios deturpados e petições mentirosas. Esses “profissionais” de direito e psicologia conhecem as nuances jurídicas ou terapêuticas que podem transformar um banho, uma aplicação de pomada ou um simples carinho na criança num “indício” de abuso sexual. Eles têm também consciência de que os meandros judiciários que pontuam este tipo de processo em conjunto com o alarmismo inquisidor em torno do combate a possíveis pedófilos serão determinantes e fatais para o afastamento do acusado de seu filho por um longo tempo e, por conseqüência, dará a “vitória” certa ao genitor acusador na litigância familiar.

O advogado da parte acusadora, sabendo que será pedido o afastamento automático e sumário do genitor acusado do seu filho por um tempo indeterminado visando “proteger” a criança e averiguar a veracidade da denúncia, saberá utilizar e esticar com recursos “legais” este longo tempo de afastamento. Três, quatro, cinco anos se passarão e dificilmente o genitor acusado recuperará sua parentalidade e a convivência salutar com o filho.

A participação de profissionais de psicologia pagos pela parte acusadora também contribui crucialmente para este tipo de ardil. A única “prova” a princípio será o seu “relatório” que obviamente só conterá informações da parte acusadora e que interessem aos objetivos desta. Fatos relacionados à convivência são deturpados e verdadeiras celeumas são criadas em cima de episódios corriqueiros da relação da criança com o genitor (não-guardião) acusado, pessoa que o psicólogo nem sequer conhece e que muitas vezes tem sua personalidade “violenta ou anômala” descrita nos relatórios. O psicólogo tenta assim credibilizar acusações infundadas e até contraditórias, tentando configurar uma situação de “possível abuso” colocando em dúvida a conduta moral e/ou psicológica do outro guardião.

Esta participação criminosa por parte dos profissionais de psicologia gera um grande número de abertura de processos nos CRPs (Conselho Regional de Psicologia), o que traz incômodos e protestos por parte da classe. Afirmam que os “abusadores” utilizam tal recurso como meio de tumultuar o processo ou intimidar a atuação dos psicólogos. Esquecem-se, no entanto, que o genitor acusado apenas denuncia a atuação irregular do psicólogo ao Conselho de Ética do CRP, e é este Conselho que irá decidir se existe ou não fundamento na denúncia para se abrir o processo ético contra o profissional. Ou seja, o processo ético só é aberto pelo CRP através de seu Conselho de Ética quando detectados os erros na conduta do psicólogo.

Se hoje há um número grande de processos abertos, é porque o CRP vem reconhecendo a atuação incorreta e muitas vezes desonestas dos profissionais de psicologia envolvidos nas denúncias de abuso sexual de ex-parceiro contra o filho em comum.

Advogados também vêm respondendo a processos por sua conduta aética nesse tipo de denúncia caluniosa. Visando unicamente o dinheiro e a “vitória” na batalha judicial, mentem, deturpam e fazem todo tipo de jogo sujo para que o processo se arraste. Afinal, o tempo conta a seu favor.

Felizmente, os CRPs e a própria Justiça vêm abrindo os olhos para tais estratégias maquiavélicas e a tendência é que máscaras (e diplomas) continuem caindo, pois para cessar esse crime contra a honra e a infância não há outra saída senão a PUNIÇÃO.